A precariedade dos aparelhos promove vários problemas á população que em inúmeros momentos tem de andar vários quarteirões em busca de conseguir realizar uma ligação. Funcionário público, Moisés Porfírio explica que apesar de pouco utilizar dos aparelhos públicos não deixa de perceber o péssimo estado de conservação dos orelhões disponíveis na cidade.
Para o engraxate, Doriva Teixeira há vários anos trabalhando no centro da Capital, sempre presenciou o problema dos orelhões instalados nas imediações da praça. Ferrugem, painéis apagados, má leitura de cartões, filas para usar os aparelhos entre outras falhas no sistema.
A comerciante, Valquíria Hermite reclama da queda nas vendas de cartões nos últimos meses, pois se o aparelho não funciona as pessoas recorrem a outros meios com a compra de crédito para celular. Apesar das reclamações feitas direto a concessionária responsável pelo serviço, sempre há aparelhos com defeito na região.
A comerciante dos cartões de orelhão reclama, que desde, que a concessionária responsável pelo serviço assumiu a telefonia pública na cidade, os problemas tem aumentado de forma gradativa. Falta limpeza, manutenção adequada dos aparelhos e troca de orelhões antigos tem prejudicado o uso dos telefones.
OI
De acordo com a OI, concessionária responsável pela telefonia pública na Capital, como os orelhões estão instalados em vias e estabelecimentos públicos, sofrem, diariamente, danos por vandalismo.
De janeiro a maio deste ano, do total aproximado de nove mil e trezentos orelhões no estado de Rondônia, em média, 8,77% foram danificados. No mesmo período, cerca de 13 campânulas também foram vandalizadas no estado.
A empresa faz periodicamente a manutenção dos aparelhos e conta com as solicitações de reparo enviadas à companhia pelo canal de atendimento 103 14 por consumidores e por entidades públicas.
As informações sobre orelhões danificados contribuem para que a Oi repare os danos e atenda ao cumprimento do Programa de Metas de Qualidade estabelecido pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Foto: Cleris Muniz/Ag.Imagem News
Texto: Saulo Bezerra/Ag.Imagem News